Quinta, 30 de junho de 2022

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Atualizado em 22/12/2015

LEÃO AZULAY #E nós sem o Google?

LEÃO AZULAY #E nós sem o Google?

Santo Dumont, dizia que a altitude nos faz ver o mundo. 11 mil metros de altura a velocidade sônica do jato, o céu estrelado, comecei, então, a pensar no Google.

 

O Google, sempre ele. Como a humanidade conseguiu se virar 4 mil anos sem ele? Não contente em ser o maior banco de dados que o ontem já criou, com todo tipo de informação sobre absolutamente tudo, ele (o Google), em breve nos dará a possibilidade de nos entendermos com quem quer que seja de viva voz.

 

A turismo, seja na Hungria, Egito, Turquia, Venezuela ou no Macurany e diante de alguém que insista em usar o dialeto local, bastará a você,  simplesmente, falar em um smartphone. O aparelho processará (graças ao Google) o que você falou e traduzirá, vocalmente, para o seu interlocutor. Este o ouvirá e sacando do seu (dele próprio) smarthphone lhe responderá. 

 

Então, ai você ouvirá a resposta em português ou no idioma que escolher. Depois disso, o que acontecerá entre você e seu interlocutor será só da conta de vocês, ou de seus smartphones. Tal maravilha não facilitará só a vida dos monoglotas, mas permitirá que um persa se comunique com um boliviano, um búlgaro com um zulu. O fim das fronteiras lingüísticas, graças a quem???? Ao Google, claro.

 

Talvez uma nova era de relações comerciais e amorosas esteja nascendo. Mas me pergunto; o que tantos terão a falar entre si? E tudo dependerá da competência, de quem? Do Google, claro.

 

Há tempos o Google já traduz 71 idiomas. Nada de surpreendente nisso. Fico pensando; enquanto não converterem a língua falada em matemática, ela, a linguagem falada, continuará a ser um intransferível privilégio humano. Um dia quem sabe o Google traduzirá um texto de nosso querido Tonzinho Saunier, mas com certeza não entenderá nada de uma canção de Adolfo Lorido.

 

*O autor é Publicitário

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