Quarta, 10 de agosto de 2022

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Atualizado em 30/07/2022

MPAM/Gaeco prende cinco PMs em Manaus por extorsão, roubo e cárcere privado

Operação Espólio foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (29); do total de presos, um é oficial e quatro são soldados

MPAM/Gaeco prende cinco PMs em Manaus por extorsão, roubo e cárcere privado (Divulgação)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), prendeu cinco policiais militares do estado, no âmbito da Operação Espólio, deflagrada na manhã desta sexta-feira (29), em Manaus.

 

Os militares são suspeitos da prática de extorsão qualificada, roubo, cárcere privado, violação de domicílio e organização criminosa.

 

Do total de presos, um é oficial e quatro são soldados. Os nomes e os locais onde os policiais trabalhavam não foram divulgados pelo MP.

 

Foram cumpridos ainda mandados de busca e apreensão, deferidos pela Auditoria da Justiça Militar.

 

Segundo o coordenador do Gaeco e promotor de Justiça, Igor Starling, a atuação do Gaeco não se limita à investigação dos cinco policiais.

 

“A investigação apura conduta de policiais militares que, em tese, teriam praticado os fatos criminosos que justificaram as medidas cumpridas nessa data. Nesse contexto, o GAECO continua investigando, buscando a individualização das condutas e a consequente responsabilização dos envolvidos", explicou o promotor de Justiça.

 

Ainda conforme o Gaeco, os militares agiam extorquindo pessoas com alguma passagem policial ou problema com a Justiça.

 

 “O modus operandi consistia, até o momento do que foi apurado, em conhecimento do histórico da vítima. Alguma passagem policial, algum problema com a Justiça, e, a partir desse contexto, havia aquela abordagem inicial, tentando sondar a situação da vítima, sua situação patrimonial e, a partir disso, tentar extorquir ganhos patrimoniais em cima da vítima, com temor de uma eventual prisão forjada ou qualquer outra situação que pudesse complicar a esfera jurídica da vítima”, afirmou o promotor de Justiça Iranilson de Araújo Ribeiro, membro do Gaeco que conduziu o procedimento.

 

Apesar da operação já ter sido deflagrada, ainda há o oferecimento de denúncia, momento em que os acusados devem ser ouvidos e, com base nessa investigação, passar para fase judicial.

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