Domingo, 28 de novembro de 2021

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Atualizado em 20/10/2021

AO VIVO | Leitura do Relatório Final da CPI da Pandemia; siga

A expectativa é de que, lida a minuta do documento, haja um pedido de vista coletiva

BRASÍLIA - A CPI da Covid realiza, na manhã desta quarta-feira (20/10), a leitura do relatório final dos trabalhos, de autoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL). A expectativa é de que, lida a minuta do documento, haja um pedido de vista coletiva para permitir maior prazo aos demais senadores para se debruçarem sobre o texto.

 

O relatório precisará ser votado em sessão que deve ocorrer na próxima terça-feira (26).

 

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), abriu a reunião destinada à apresentação do relatório final. 

 

Em resposta a questão de ordem apresentada por Marcos Rogério (DEM-RO) ontem, Omar Aziz (PSD-AM) informou que hoje acontecerá apenas a leitura do relatório, deixando os possíveis destaques para serem lidos na terça-feira (26).

 

Segundo o presidente da CPI, não vai haver votação de destaques relacionados ao relatório de Renan Calheiros (MDB-AL). Omar também afirmou que o quórum e a votação serão de maioria simples.

 

Os números da CPI

Em cerca de seis meses de trabalho, a CPI da Pandemia fez 66 reuniões — 58 delas destinadas a depoimentos. Foram ouvidas 61 pessoas, além das vítimas da covid-19. Dos 1.582 requerimentos apresentados, 1.062 foram apreciados. O colegiado aprovou 251 transferências de sigilo (fiscal, bancário, telefônico e telamático). 

 

A CPI expediu 2.669 ofícios e recebeu 2.792 documentos, além de 71.957 arquivos contendo documentos ostensivos e 4.251.840 arquivos com documentos sigilosos. Os dados estão no relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL), que será lido hoje.

 

Crime de genocídio foi substituído por crime contra a humanidade

O relator da CPI, senador Renan Calheiros, afirmou que o relatório, que começa a ser lido em instantes, terá 69 pessoas ou empresas indiciadas e 29 tipos penais apontados.

 

Renan disse que aceitou a decisão da maioria do colegiado de retirar o nome do pastor Silas Malafaia da lista de indiciados e de substituir o crime de genocídio que seria atribuído ao presidente Jair Bolsonaro por mais uma tipificação por crime contra a humanidade. Segundo o relator, o procurador-geral da República, Augusto Aras, "tem o dever de observar tudo o que foi investigado pela CPI".

Fonte: Agência Senado