Segunda, 20 de setembro de 2021

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Atualizado em 23/07/2021

Sobre bloqueio de bens da Justiça, Tadros diz que ação do MP não se aplica ao Sesc/AM

Presidente da Confederação Nacional do Comércio diz que TCU emitiu dois pareceres favoráveis a sua gestão no SESC/AM, sobre aluguel de imóvel

Sobre bloqueio de bens  da Justiça, Tadros diz que ação do MP não se aplica ao Sesc/AM José Roberto Tadros, presidente da CNC

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, recebeu com surpresa e indignação à notícia sobre a decisão liminar proferido pela Justiça do Amazonas que bloqueou bens do empresário.

 

Em Nota, a Fecomércio ( Federação do Comércio) diz que o TCU ( Tribunal de Contas da União) emitiu dois pareceres favoráveis ao presidente, relatando que sua gestão não causou prejuízos ao Sesc Amazonas, referente a aluguel de imóvel.   

 

“A Ação proposta pelo MP não se aplica a gestores de entidades privadas, como o Sesc”, diz trecho da nota.

 

A decisão foi proferida pelo juiz Ronnie Frank Torres Stone, em  ação de improbidade administrativa.

 

Além do presidente da CNC, a indisponibilidade de bens decretada pelo magistrado, atinge também Simone de Souza Guimarães e Tropical Comércio de Derivados de Petróleo Ltda, nos valores dos contratos firmados entre o Serviço Social do Comércio no Amazonas com a Tropical Comércio de Derivados e Petróleo Ltda e com SBA Engenharia Ltda, até o montante de R$ 7,2 milhões.

 

Segundo o MPAM, o SESC Amazonas firmou entre 2015 a 2017 aluguel de prédio pertencente a Tropical Comércio de Derivados de Petróleo Ltda, empresa da qual Tadros é relacionado como um dos sócios majoritários.

 

A época, Jose Roberto Tadros era o presidente do Sesc Amazonas.

 

O MP identificou que o presidente do Sesc seria o locador e o locatário.

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