Segunda, 20 de setembro de 2021

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Atualizado em 09/06/2021

PF tem provas que Pazuello e Exército se omitiram em socorro a Manaus, na crise do oxigênio

No dia 7 de janeiro Manaus tentava adquirir 500 cilindros de oxigênio, no dia 11 o consumo chegava a 50 mil metros cúbicos e no dia 13 a 70 mil, diz reportagem da Folha de São Paulo

PF tem provas que Pazuello e Exército se omitiram em socorro a Manaus, na crise do oxigênio Moradores de Manaus compra oxigênio para tentar salvar familiares (Foto CARLA LENCASTRE)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello e o comandante do Exército da Amazônia, general Theophilo Oliveira, se omitiram em socorrer Manaus, após serem avisados, cinco dias antes pelo epicentro da falta de oxigênio que motivou a mortes de dezenas de pessoas no Estado.

 

É o que mostram documentos do inquérito sigiloso da Polícia Federal que o jornal a Folha de São Paulo teve acesso.

 

O governador do Amazonas, Wilson Lima, enviou ofício Pazuello e o comandante do Exército, no dia 09 de janeiro, relatando da ‘iminência de esgotamento de oxigênio’, diante da ‘alta infecção de pessoas por coronavírus’.

 

O primeiro pedido de socorro se deu no dia 7 de janeiro, quando a White Martins manda email à Secretaria de Saúde do Amazonas registrando alerta sobre risco de escassez de oxigênio.

 

Neste mesmo dia a Susam pede ajuda ao Comando Militar da Amazônia para o transporte aéreo urgente de cilindros de oxigênio que estavam em Belém. Eram 500 cilindros.

 

No dia 11 janeiro, o consumo já chegava a 50 mil metros cúbicos. No dia 13, 70 mil. Essa quantidade se aproximou dos 100 mil metros cúbicos no auge da crise, quando o terror baixou em Manaus e no interior do Estado. 

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